segunda-feira, 12 de novembro de 2018

Inovação pedagógica para a sustentabilidade da educação aberta e em rede

Dias (2013) em seu artigo sobre "Inovação pedagógica para a sustentabilidade da educação aberta e em rede",  afirma que os espaços virtuais tornaram-se espaços de mediação que "ocorrem sem barreiras de tempo e espaço, a partir das quais a distância se dilui nos cenários emergentes da proximidade virtual e do envolvimento colaborativo na experiência das paisagens do conhecimento.". 

Em comunhão com essa reflexão, entendemos que a popularização da internet e o acesso cada vez mais ampliado das redes sociais, torna-se um instrumento de ação efetiva cujo alcance vai ao encontro da ampliação do leque de possibilidades para as análises e reflexões dos estudantes, afinal, perante os novos cenários virtuais a dinamicidade e contextualização dos conteúdos abordados são mais perceptíveis para muitos discentes da atualidade, porque "a rede é o espaço para as interações, a partilha de conteúdos e representações, e o meio para o acesso à educação e aos contextos de aprendizagem." (DIAS, 2012). 


Em Dias (2013), vemos que "a educação aberta, através das redes formais e informais de aprendizagem social e colaborativa, constitui, deste modo, uma das mais profundas mudanças no pensamento para a educação na sociedade digital.". Esta nova experiência interativa, promovida pelos redes formas e informais, a exemplo do Facebook, é de fundamental importância para a aprendizagem social e colaborativa. A partir desta perspectiva pode-se considerar que "a globalização das redes culturais e de conhecimento apresenta efeitos profundos nas formas de apropriação e utilização social das tecnologias digitais, de entre as quais salientamos a crescente cenarização dos processos de inovação na aprendizagem e a emergência de novas abordagens no pensamento pedagógico e na conceção da educação para a Sociedade Digital." (DIAS, 2012).



Referências


DIAS, P. Comunidades de educação e inovação na sociedade digital. Disponível em: <http://eft.educom.pt/index.php/eft/article/view/314>.  Acesso em: 26 mai. 2018.

DIAS, P. Inovação pedagógica para a sustentabilidade da educação aberta e em rede. Educação, Formação & Tecnologias - ISSN 1646-933X, América do Norte, 6, dez. 2013. Disponível em: <http://eft.educom.pt/index.php/eft/article/view/399/190>. Acesso em: 12 Nov. 2018.

Ambientes virtuais de aprendizagem como espaços de gestão de diversos cenários de aprendizagem


segunda-feira, 5 de novembro de 2018

O poder da tecnologia na educação


"A tecnologia tem avançado de maneira impressionante na área de entretenimento. O que fazer com essas ferramentas para melhorar a educação? Esta TED mostra a visão de um empreendedor de 19 anos de idade de como a educação será no futuro, que criou uma empresa para entregar essas inovações a instituições de ensino em todo o mundo.".

quarta-feira, 31 de outubro de 2018

Recomendações de como estudar por meio da Educação Aberta e das Tecnologias Móveis


No Brasil, os espaços online vêm se destacando muito nos últimos anos como um meio ideal de democratizar o conhecimento àqueles que não tiveram oportunidade de dar continuidade aos seus estudos devido ao impedimento geográfico e, muitas vezes financeiro.
Ao se propor estudar e aprender nos espaços online, o aluno precisa seguir algumas recomendações que se fazem essenciais para o êxito acadêmico. Recomenda-se que o corpo discente adquira uma postura mais autônoma diante de sua formação, porque o seu aprendizado será produto de um esforço individual, que o levará ao caminho do sucesso através do autoestudo e da disciplina. Tonieto (2005) ratifica este pensamento quando diz que “o trabalho autônomo do aluno na prática do ensino a distância se dá como em nenhuma outra área educacional”.
García Aretio (2017) afirma que as
[...] prácticas a distancia van progresivamente arrebatando espacio y tiempo a las formas más convencionales de enseñar y aprender, las metodologías a distancia que priman el trabajo autónomo de los estudiantes, así como las atividades cooperativas y colaborativas donde estos mismos participantes aprenden com otros, de otros y para otros, a través de las redes sociales, a través de comunidades de aprendizaje residentes en soportes digitales [...].

Podemos concluir a partir do pensamento de García Aretio (2017) que deve ser recomendado como estratégia de estudo nos espaços online, o desenvolvimento de atividades cooperativas e colaborativas nas redes sociais, e nos fóruns de discussões, oportunizados no ambiente virtual de aprendizagem com a finalidade de tornar o conhecimento algo público, que deve ser compartilhado com todos para que se garanta um aprendizado significativo para todos os envolvidos no processo de ensino e aprendizagem.
Além do que já foi abordado em parágrafos anteriores até o momento, cabe ressaltar que também se recomenda dos alunos atenção a determinados comportamentos assumidos no ambiente virtual, ou seja, sigam algumas normas da etiqueta na internet em prol de um convívio sadio e harmônico durante o período de estudos. Essa etiqueta na internet recebe o nome de netiqueta, que de acordo com a Superintendência de Educação a Distância da Universidade Federal de São Carlos (2011), significa “um conjunto de regras de comportamento embasado em valores que viabilizam a construção de um trabalho em equipe, tais como: ética na comunicação, parceria e colaboração durante todas as etapas do curso.”.



Referências

García Aretio, L. (2017). Educación a distancia y virtual: calidad, disrupción, aprendizajes adaptativo y móvil. RIED. Revista Iberoamericana de Educación a Distancia, 20(2), pp. 09-25. Disponível em: <http://dx.doi.org/10.5944/ried.20.2.18737 >. Acesso em: 15 mar. 2018.

TONIETO, M. T.; MACHADO, E. de C. A questão do sucesso do aluno em ead. Publicado em Maio de 2005. Disponível em: <http://www.abed.org.br/congresso 2005/por/pdf/111tcc5.pdf>. Acesso em: 16 mar. 2018.

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÂO CARLOS. Netiqueta Dicas de comportamento em cursos de EaD. Disponível em: <http://livresaber.sead.ufscar. br:8080/jspui/ bitstream/123456789/2001/1/Netiqueta_Dicas.pdf>. Acesso em: 15 mar. 2018.